Um link na bio não é um índice do seu negócio. É uma página com um trabalho só: transformar quem chegou por curiosidade em uma conversa.
A versão mais comum é uma pilha de botões: Instagram, WhatsApp, site, catálogo, YouTube, formulário. Todos do mesmo tamanho, sem hierarquia.
Quando tudo tem a mesma importância, nada tem. O visitante bate o olho, não sabe por onde começar e volta.
Decida o que você quer que a pessoa faça. Para quase todo serviço, é iniciar uma conversa no WhatsApp.
Essa ação deve ser o elemento mais visível da página. O resto existe para dar segurança a quem ainda não está pronto para clicar nela.
A maioria das ferramentas de link na bio gera páginas que o Google não indexa. Você concentra tráfego ali, mas não ganha nada em busca.
Se a sua página for indexável e disser o serviço e a cidade, ela passa a trazer gente sozinha, além da que vem do seu perfil. É a diferença entre um atalho e um ativo.