Link na bio que vende: o que colocar e o que tirar

Um link na bio não é um índice do seu negócio. É uma página com um trabalho só: transformar quem chegou por curiosidade em uma conversa.

O erro de tratar como menu

A versão mais comum é uma pilha de botões: Instagram, WhatsApp, site, catálogo, YouTube, formulário. Todos do mesmo tamanho, sem hierarquia.

Quando tudo tem a mesma importância, nada tem. O visitante bate o olho, não sabe por onde começar e volta.

Uma ação principal, e só uma

Decida o que você quer que a pessoa faça. Para quase todo serviço, é iniciar uma conversa no WhatsApp.

Essa ação deve ser o elemento mais visível da página. O resto existe para dar segurança a quem ainda não está pronto para clicar nela.

A ordem que funciona

  • Quem é você e o que faz, em uma linha que o cliente entenda.
  • A ação principal — falar no WhatsApp — logo abaixo, sem precisar rolar.
  • Prova: fotos de trabalhos reais e avaliações de clientes.
  • Serviços e preços, para quem quer saber antes de perguntar.
  • Links secundários (redes, catálogo) por último.

O que tirar

  • Link para a mesma rede social de onde a pessoa acabou de vir.
  • Botões que levam a páginas desatualizadas ou vazias.
  • Texto institucional longo, escrito na terceira pessoa.
  • Mais de uma forma de contato competindo entre si.

Um detalhe que quase ninguém faz

A maioria das ferramentas de link na bio gera páginas que o Google não indexa. Você concentra tráfego ali, mas não ganha nada em busca.

Se a sua página for indexável e disser o serviço e a cidade, ela passa a trazer gente sozinha, além da que vem do seu perfil. É a diferença entre um atalho e um ativo.

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