Aparecer no Google não depende de sorte nem de agência. Depende de existir uma página sua que o Google consiga ler, entender e associar ao serviço que você presta na sua região.
Parece óbvio, mas é onde a maioria trava: se o seu trabalho só existe dentro de um perfil de rede social ou de um aplicativo de mensagem, não há o que indexar.
O primeiro requisito é ter uma página pública, com endereço fixo, que qualquer pessoa acesse sem login. Sem isso, nenhuma outra técnica importa.
Ninguém busca "soluções em estética capilar". As pessoas buscam "corte masculino em Santo André".
Use na sua página as palavras que o cliente usaria — no título, no primeiro parágrafo e na descrição dos serviços. Não repita a mesma expressão dez vezes: o Google reconhece isso como forçado e é desagradável de ler.
Entre dois profissionais parecidos, o Google e o cliente escolhem o que tem prova social. Avaliação é conteúdo novo, escrito por terceiros, e sinaliza que o negócio está ativo.
Peça avaliação logo depois de entregar o trabalho, quando a satisfação está fresca. Um pedido direto, por mensagem, com o link pronto, converte muito mais do que esperar que a pessoa lembre.
Não é preciso publicar toda semana. É preciso que as informações estejam corretas e estáveis: mesmo nome, mesmo telefone, mesma região, no seu site e onde mais você aparecer.
Informação divergente entre canais é um dos motivos mais comuns de um negócio local não ranquear bem.
Para um domínio novo, contar em semanas, não em dias. O Google precisa encontrar a página, avaliar se ela merece aparecer e testá-la em posições diferentes.
O que acelera: ter link apontando para sua página de lugares onde você já existe (suas redes, parceiros, associações) e ter conteúdo que responda a uma dúvida específica em vez de repetir o que todo mundo diz.